Há algum tempo a Academia Brasileira de Letras tem me engasgado, hoje eu resolvi me livrar desse incômodo olhe o drama corpo estranho em minha garganta contando uma historinha para vocês…
Era uma vez, um grupo de jovens escritores que em meio a tantas aspirações criativas e com a ajudinha da grande inspiração, a Academia Francesa, eis que desenvolveram a idéia de fundar uma Academia Brasileira de Letras, na qual se deu inicio objetivando a preservação da unidade literária brasileira. Em 20 de julho de 1897 foi investido a Joaquim Maria Machado de Assis a primeira presidência da ABL nada mais digno né !? Mas como não podia faltar em toda boa historinha, apareceram os vilões. Chatiando com toda a esperança da preservação cultural brasileira, transformaram o mais alto símbolo da intelectualidade do Brasil em um mero palco de disputas políticas, sendo raramente produzido algo de relevância cultural, elegendo como imortais escritores que não possuem sequer a criatividade para inovar os temas de seus livros, e além disso, outorgaram a medalha de Machado de Assis a uma das fontes de inspiração isso mesmo f-o-n-t-e de um dos imortais. Aqui jaz a ABL.
“Ronaldinho Gaúcho é a matéria prima para a boa literatura”
Então o que acham de dar uma medalha para todas as outras inspirações dos demais imortais da academia? Deveriam dar a mais alta honraria da casa também as ‘bruxas’ do Paulo Coelho? Não, não… Deveriam dar, definitivamente, essa medalha a cada pedacinho do cotidiano tão gloriamente descrito por Machado De Assis.
“ O vosso desejo é conservar, no meio da federação política, a unidade literária. “
Trecho do discurso de Machado de Assis ao assumir a presidência da ABL.





